Ano luz é uma unidade de distância!

Ano luz é uma unidade de distância!

The events surrounding the Big Bang were so cataclysmic that they left an indelible imprint on the fabric of the cosmos. We can detect these scars today by observing the oldest light in the universe. As it was created nearly 14 billion years ago, this light — which exists now as weak microwave radiation and is thus named the cosmic microwave background (CMB) — permeates the entire cosmos, filling it with detectable photons. The CMB can be used to probe the cosmos via something known as the Sunyaev-Zel’dovich (SZ) effect, which was first observed over 30 years ago. We detect the CMB here on Earth when its constituent microwave photons travel to us through space. On their journey to us, they can pass through galaxy clusters that contain high-energy electrons. These electrons give the photons a tiny boost of energy. Detecting these boosted photons through our telescopes is challenging but important — they can help astronomers to understand some of the fundamental properties of the universe, such as the location and distribution of dense galaxy clusters. The NASA/ESA (European Space Agency) Hubble Space Telescope observed one of most massive known galaxy clusters, RX J1347.5–1145, seen in this Picture of the Week, as part of the Cluster Lensing And Supernova survey with Hubble (CLASH). This observation of the cluster, 5 billion light-years from Earth, helped the Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) in Chile to study the cosmic microwave background using the thermal Sunyaev-Zel’dovich effect. The observations made with ALMA are visible as the blue-purple hues. Image credit: ESA/Hubble
                                                                                            Imagem de www.nasa.gov

Quem nunca achou que sabia o significado de uma palavra, ou termo, apenas porque entendia o que estava lendo?

Sim, você pode já ter feito isso e acertado mas, na dúvida, é sempre melhor perder um tempinho – o que hoje em dia nem é tanto, pois estamos sempre com o celular e o google literalmente à mão – fazendo uma consulta, para ter certeza, do que falar besteira e queimar seu filme, não é mesmo?

Eu vim correndo escrever este post porque vi isso acontecer na hora do almoço. Então… senta que lá vem historinha…

Estava eu, almoçando, sossegada e jogando meu Candy Crush, como faço todos os dias úteis, quando uma conversa na mesa ao lado chamou minha atenção. E chamou minha atenção porque, diferente de quase todo o resto do mundo fora do meu quadrado acadêmico, o rapaz e a garota ao lado falavam de ciência, ou mais precisamente, de Astronomia. Falavam de experimentos, buraco negro e outras coisas que foram apagadas da minha memória quando a moça perguntou o que era ano luz. Ou melhor, quando o rapaz respondeu, com toda a pose do mundo: “ano luz é um ano viajando na velocidade da luz”.

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Esses pontinhos representam (em décimos de segundo) o tempo que fiquei paralisada pensando naqueles sons que podem representar uma resposta errada, como o som de uma freada… ou de uma agulha de vitrola raspando no LP no meio da música… ou a campainha irritante quando alguém erra em programas de perguntas a respostas na tv.

E depois disso, tive que me segurar para não me meter na conversa deles. Estavam tão perto… bem ao lado… . Foquei no almoço… foquei no Candy Crush… mas aí já era… e ainda me perguntava o que será que aconteceu com a pessoa que viajou durante um ano na velocidade da luz.

assustado

Bom, juntando essa história com a primeira frase do post, explico a confusão: quando se lê “ano” luz, pode ser que a primeira coisa que vem a cabeça é que se trata de algo relacionado a tempo (ano = unidade de tempo, logo…).

Mas eu conto para vocês que ano luz é uma unidade de medida de distância, e não de tempo. É usada basicamente em Astronomia devido às grandes distâncias entre dois ou mais objetos, ou pontos no espaço, estudados por essa ciência.

Sua definição correta é: ano luz é a distância percorrida pela luz, no vácuo, em um ano, sendo um ano luz igual a 9.460.528.000.000.000.000.000 metros.

Beijos

P.S. Se alguém ficou curioso, não falei nada para corrigir o rapaz, não. Mas saí de lá já com o título do post na cabeça.

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